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Saiu o resultado da seleção de discentes para monitoria

O Departamento de Ciências da Religião (DCR) da Universidade do Estado do Rio Grande
do Norte no Campus Avançado de Natal (UERN/CAN) torna público o resultado da seleção de discentes para o Programa Institucional de Monitoria (PIM) no Semestre 2020.2. Confira no anexo:

MONITORIA 2020.2 – 05 Edital de Resultado

Ciências da Religião lança edital de monitoria para o próximo semestre

O departamento de Ciências da Religião/CAN/UERN lançou o edital de monitoria. Serão 05 (cinco) vagas para a seleção de discentes para o Programa Institucional de Monitoria (PIM) no Semestre 2020.2.  As inscrições serão realizadas a partir das 08:00 horas do dia 02 de dezembro de 2020 e irão somente até amanhã às 23:59 horas do dia 04 de dezembro de 2020, exclusivamente por meio do formulário eletrônico (disponível no edital). Confira no link abaixo. Não perca essa oportunidade!

MONITORIA 2020.2 – Edital de Seleção 03.2020 (DCR.CAN.UERN)

 

 

Ciências da Religião da Uern recebe quatro estrelas na avaliação do Guia da Faculdade do Estadão

O Curso de Ciências da Religião da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (Uern) recebeu quatro estrelas na avaliação do Guia da Faculdade do Estadão 2020.

O Guia surgiu em 2018 e a primeira avaliação foi em 2019. Na época, poucos cursos de Ciências da Religião entraram. De 16 cadastrados, só 5 foram avaliados. Destes 5, três acabaram não estrelados (pois a nota fica abaixo de 3) e dois cursos ficaram com 4 estrelas: o curso da Uern e o curso Ciência da Religião, ofertado pela Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Para o coordenador do Curso de Ciências da Religião da Uern, o Prof. Dr. Waldney Costa, o objetivo é aumentar ainda mais essa pontuação:

“Sabemos que para chegar a cinco é preciso melhorar algumas coisas. Principalmente a infraestrutura (que deve se resolver com o prédio novo da UERN Natal a ser inaugurado em 2021) e a Biblioteca (que estamos nos esforçando para atualizar, tentando superar a dificuldade financeira). Embora tenhamos essas dificuldades, conseguimos manter uma boa classificação com aquilo que temos. Seguimos na marcha para nos fixar como um dos melhores cursos de graduação em CR do país”.

SAIBA MAIS SOBRE O GUIA DA FACULDADE DO ESTADÃO:

O Guia da Faculdade utiliza uma metodologia conhecida como “avaliação por pares” para analisar a qualidade de cerca de 14 mil cursos superiores em todo o Brasil. Nesse processo, a equipe do Guia atua como um instituto de pesquisa, colhendo a opinião de milhares de professores que atuam no ensino superior.

Todas as instituições de ensino superior cadastradas no Ministério da Educação(universidades, centros universitários, faculdades e institutos) são convidadas para fazer parte do Guia da Faculdade.

Após se cadastrarem para participar da avaliação, as instituições indicam todos os cursos superiores que estão recebendo novos alunos.

A partir de 2020, tanto os cursos da modalidade presencial como os da modalidade a distância são avaliados. Mas não são todas as graduações que entram no processo de avaliação. Para serem analisadas, elas precisam atender aos seguintes critérios:

  1. Ter a titulação de bacharelado ou licenciatura;
  2. Ter pelo menos uma primeira turma com alunos já formados

O Guia da Faculdade avalia os cursos de acordo com as cidades nos quais eles são oferecidos. Se a mesma instituição de ensino oferece o curso de Administração em várias cidades, cada um deles recebe uma nota específica. Caso a instituição ofereça o mesmo curso em diferentes unidades em uma mesma cidade, apenas o curso mais antigo da instituição naquela cidade é avaliado.

O coordenador de cada curso que será avaliado recebe um questionário no qual pode apresentar as principais características da sua graduação, com foco em três aspectos:

  1. Características da proposta de ensino do curso
  2. Perfil dos professores vinculados ao curso
  3. Condições de materiais e equipamentos oferecidos

Existem modelos diferentes de questionários para os cursos presenciais e para os cursos a distância. Esses questionários servem de base para os avaliadores darem suas notas para os cursos

São mais de 9 mil coordenadores e professores do ensino superior brasileiro que se cadastraram para atuar como avaliadores do Guia da Faculdade. É um trabalho voluntário, sem remuneração

Os avaliadores são acionados para dar notas aos cursos das suas áreas de formação e de instituições prioritariamente localizadas na mesma região do País na qual trabalham

Eles são convidados a dar três notas (de 1 a 5) para cada curso:

  • Para a qualidade do projeto pedagógico
  • Para a qualidade do corpo docente
  • Para a qualidade da infraestrutura

Cada curso é distribuído para a avaliação de seis professores

Caso um curso não receba pelo menos quatro notas dos avaliadores, ele é considerado como “sem nota” na avaliação

RESULTADO FINAL

A maior e a menor notas recebidas por curso são descartadas. O resultado numérico do curso em 2020 é a média das notas intermediárias restantes

O resultado numérico de 2020 (com peso 2) é somado ao resultado numérico do ano anterior (peso 1) para se extrair o resultado numérico final de cada curso

O resultado numérico final é transformado em estrelas de acordo com as seguintes faixas de conversão:

  • entre 5 e 4,50 – 5 estrelas (excelente)
  • menor que 4,50 a 3,50 – 4 estrelas (muito bom)
  • menor que 3,50 a 2,50 – 3 estrelas (bom)
  • menor que 2,50 – não estrelado (não estrelado

Um curso só pode ganhar ou perder 1 estrela de um ano para o outro da avaliação.

Profa. Dra. Nina Rosas é convidada do próximo Fé em Debate (31.10)

A Profa. Dra. Nina Rosas é mais uma convidada do Fé em Debate dedicado “As mulheres e as Religiões”.

Nina Rosas é professora adjunta do Departamento de Sociologia da UFMG e é colaboradora da Pós-graduação em Sociologia. Já coordenou o Programa de Treinamento Intensivo em Metodologia Quantitativa (MQ), e atualmente coordena o curso de graduação em Ciências Sociais.

Mestre e doutora em Sociologia, realizou estágio de doutorado no Center for Religion and Civic Culture, em Los Angeles, com bolsa Capes. É autora dos livros: Mulher, pra que religião? Uma crítica aos conselhos conservadores da pastora Ana Paula Valadão (KDP, 2020); e As obras sociais da Igreja Universal: uma análise sociológica (Fino Traço, 2014).

Em entrevista para a equipe do Fé em Debate, Profa. Nina adiantas algumas questões que serão trabalhadas (ver abaixo). Não esqueçam que o Fé em Debate vai ao ar às 15h do próximo sábado (31.10) e que você pode assistir no canal do YouTube do curso de Ciências da Religião da UERN.

Aproveite a oportunidade para também se inscrever no Canal do curso e acompanhar todas as nossas novidades!

Fé em Debate – A live acontecerá, propositalmente no dia das bruxas, qual a provocação que você fará acerca da relação proposta entre mulher, religião e dia das bruxas?

Profa. Nina – Certamente não sou a primeira nem serei a última a afirmar que a religião pode e foi, muitas vezes, utilizada como instrumento de perseguição às mulheres. Silvia Federici trata disso de forma brilhante em suas obras, voltando o olhar tanto para a Inquisição quanto para o modo como as mulheres foram demonizadas e destituídas de poder ao longo de tantas décadas, acontecimentos históricos, regiões geográficas.

Fé em Debate – Ainda pegando o gancho do dia das bruxas, na sua opinião qual a importância de Joana Dark para a igreja, para a história e para representação feminina?  

Profa. Nina – Ela é importante em vários aspectos, mas aqui vou citar apenas dois. Ainda que de maneira figurada no exército francês, Joana Dark representou o fato de a mulher poder e ser capaz de ocupar os mesmos espaços que os homens. Em muitos momentos, as mulheres serviram de força motriz inclusive para as atividades econômicas, e também gerenciavam seus corpos e suas vontades. No entanto, Joana Dark foi queimada em praça pública acusada de heresia e feitiçaria, simbolizando também o modo como as mulheres são massacradas e extirpadas da vida, em função de sua autonomia.

Fé em Debate – Teresa De Avila, Teresa de Lisieux são exemplos femininos de representatividade na Igreja Católica. Qual a representação feminina semelhante que temos na Igreja Protestante?

Profa. Nina – Não sou especialista em teologia feminista nem em história da Igreja. Parto de um olhar sociológico sobre fenômenos atuais. Ainda assim, acho que vale uma observação. Existiram mulheres excepcionais no meio evangélico, como as reformistas Katharina Lutero e Marie d’Ennetieres, e, mais recentemente, Edith Schaeffer e Ruth Graham. Mas veja como das quatro mulheres citadas, ao menos três são imediatamente reconhecidas pelo sobrenome de seus maridos! Eu cresci em uma igreja presbiteriana e passei alguns anos na Igreja Quadrangular. Ao contrário da primeira e das igrejas que pesquiso hoje (carismáticas e neopentecostais), na Quadrangular Aimée Semple McPherson era referenciada constantemente por seu papel de fundadora da denominação e como uma cristã de referência. Mas não vejo isso como um hábito do meio protestante.

Fé em Debate – Por que o questionamento da mulher não precisar de ter uma religião, como sugerido no título do seu livro “Mulher, pra que religião”?

Profa. Nina – Mulher precisa de religião? Essa é uma pergunta que permanece em aberto pra mim. O que você pensa? É mesmo necessário? Com base em quê? Como alguém que teve educação religiosa, penso que essa é uma pergunta que não nos propomos a fazer muitas vezes para não termos que ouvir respostas que não queremos dar a nós mesmas ou para não termos que encarar que nem sequer temos essas respostas com clareza.

Fé em Debate – Como você vê a atuação do feminismo nas religiões? 

Acho que dá pra ver de tantas formas que precisaria de muitas páginas para responder. Mas quero frisar algo importante. O feminismo não é uma coisa só, muito menos a religião. Diversas conciliações são tentadas e parecem possíveis. A meu ver, o crucial dos multifacetados movimentos de mulheres que emergem em religiões das mais diversas é o questionamento da dignidade humana, da liberdade e dos direitos. A propósito, temas caros a todos, e em especial, ao Estado, que pode desmanchar ou dar amparo jurídico a muitas desigualdades. É um papo longo… vamos continuá-lo ao vivo! Fica o convite.

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Pessoal, a versão impressa do meu livro está disponível na Amazon em estoque. Isso significa que quem quiser adquiri-lo não precisa mais aguardar o período de 1 a 2 meses para impressão nos EUA e envio. Ele continua sendo impresso fora, mas agora tem um pequeno estoque no Brasil. O valor cotado hoje é de R$65,89 (veja as opções mais econômicas abaixo). Sobre o frete – é de graça para quem tem o serviço Amazon Prime, e é de graça também para quem não tem, mas comprar acima de R$99,00 em livros. Coloquei o link no primeiro comentário do post. Para quem quiser comprar diretamente comigo, minha remessa chegará entre os dias 02 e 09 de outubro, e avisarei por aqui. Como é uma leva de cópias do autor, ficará um pouquinho menor que o valor da Amazon (sairá a R$60,00 incluindo o frete), pois vou repassar a preço de custo. Eu mesma irei postar pra você no Correio (prazo de entrega entre 04 e 12 dias úteis) e o livro irá com a minha dedicatória. Quem tiver interesse, é só falar. Lembrando que a versão e-book continua disponível em valor bem mais reduzido, por R$14,90. Se você não tem leitor digital como o Kindle, ainda assim é possível instalar o aplicativo da Amazon em qualquer dispositivo e ler da mesma forma. Se você for contratante do serviço Kindle Unlimited, você pode ler meu livro de graça, pois o livro é exclusivo da Amazon. Se você fizer a busca no site pelo meu nome ou o do livro, para verificar ambas as versões (digital e física), basta clicar em um quadradinho intitulado “Formato”. Nele, há a opção para o Kindle (e-book) e a chamada “capa comum”, que é a versão impressa. Obrigada a todos que já compraram, leram e estão me enviando mensagens com seus comentários. E obrigada aos que tem manifestado interesse em adquirir. Esse livro foi escrito com todo o rigor acadêmico, mas de forma simples e acessível para o público em geral, e representa não só minha primeira divulgação da ciência que eu faço (ciência social), mas o marco de uma transformação de vida pela qual passei em 2019, síntese de muitos anos de pesquisa e reflexões com a religião e, em particular, com o universo evangélico. #anapaulavaladao #cultomulheres #leiamais #helenatannure #diantedotrono

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Profa. Maria José (Uern) é convidada do Fé em Debate “As religiões e as mulheres”

O dia das bruxas está chegando e com a live do Fé em Debate especialmente dedicado para a data: “As religiões e as mulheres”. Para debater o assunto convidamos a Profa. Dra. Maria José da Conceição Souza Vidal, doutora em Filosofia e professora do Curso de Ciências da Religião da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), Campus de Natal.

Em um bate-papo prévio, profa. Maria José adianta algumas questões que serão trabalhadas durante o debate (confira abaixo). E lembre-se, o Fé em Debate vai ao ar às 15h do próximo sábado (31.10).

Você pode assistir no canal do YouTube do curso de Ciências da Religião da UERN:

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Ciências da Religião – A live acontecerá, propositalmente no dia das bruxas, qual a provocação que você fará acerca da relação proposta entre mulher, religião e dia das bruxas?

Profa. Maria José – Inicialmente devemos lembrar que a origem mais antiga do dia das bruxas é europeia, a partir de um festival pagão de origem Celta, onde se comemorava o fim do verão e a celebração da colheita em abundância. Nesse, era comum a prática de rituais de adivinhações que envolvia a agricultura, utilizava a fogueira e homenageavam o rei dos mortos. Nessa perspectiva, o termo bruxa fora atribuído a uma mulher ou pessoa que conhece os mistérios, uma iniciada nos segredos da natureza e do cosmos, podendo ser também chamada de maga ou sacerdotisa em religiões pagãs, como a religião de gnose, vista como rival pelos cristãos. A igreja Católica passou a proibir os cultos pagãos, a atacar seus membros e denominavam suas práticas de “abominações demoníacas” e que estas deveriam ser exterminadas. Muitas mulheres foram condenadas ao assassinato nas fogueiras da Inquisição, acusadas de hereges, por bruxaria e paganismo. Fazendo uma análise e uma analogia aos dias atuais, quando pensamos as mulheres, as religiões e o que significou ser bruxa nesse contexto, percebemos as dificuldades em lidar e conviver com as diferenças, a intolerância, a falta de respeito as diversidades e a imposição de verdades de forma violenta, inclusive pelas instituições. Hoje quem são as bruxas na atualidade? Quais são outras questões que podem fundamentar essa perseguição as bruxas no processo histórico?

Ciências da Religião – Ainda pegando o gancho do dia das bruxas, na sua opinião qual a importância de Joana Dark para a igreja, para a história e para representação feminina?

Profa. Maria José – Joana Dark foi uma mulher que provocou mudanças, vivenciou-as e marcou a sociedade da época e a posteridade com sua trajetória. Sua história deve ser analisada sob o aspecto político, religioso e também do valor, da forma como foi sua vida para as mulheres. Há cem anos a Igreja realizou a canonização de Joana Dark, quase cinco séculos após ser assassinada viva pela Inquisição. Esse processo teve no contexto também um sentido político para a França. A Guerreira que lutou para salvar os franceses da invasão inglesa, na chamada Guerra dos 100 anos, tem o seu destaque na história justamente por ser uma mulher num lugar onde as mulheres não costumavam estar. Afirmava obedecer às vozes que traziam mensagens de Deus, a ela, uma jovem mulher, que se transformaria na líder nos campos de batalha e vestida de homem. Por razões políticas e religiosas, Joana Dark foi condenada, para invalidar o rei, deslegitimaram a guerreira, sob acusação de bruxaria, de heresia, por ouvir vozes que segundo a acusação seriam do demônio e por vestir-se como homem, algo inadmissível para a feminilidade.

Ciências da Religião – A mulher tem sido frequentemente vista como figura associada ao mal e ao pecado dentro das religiões. Qual o porquê disso e quais as consequências que isso implica na atualidade?

Profa. Maria José – O que significa o mal? O que significa o pecado? A resposta de imediato nos remete ao diferente, ao que não se subordina, ao outro e esse outro não reflete obediência, mas uma rebeldia, daí se faz o juízo de valor e lhe atribui maldade. A mulher é esse outro, a quem lhe foi imposto uma maldade para justificar uma opressão “natural”, para servir aos sistemas: patriarcado e capitalismo. O pecado condena o que pode possibilitar a mulher a liberdade, o prazer tem de ser algo proibido e o corpo não lhe pode ser seu território. As opressões que as mulheres têm vivenciados são históricas, para que essas não exerçam seus papéis na sociedade ou permaneçam invisibilizadas, tendo um lugar subalterno na vida e no mundo. Vivemos ainda na contemporaneidade tabus na sociedade, por razões de crenças, por falta de informações, o machismo ainda se estrutura na sociedade de forma perversa e violenta, os assassinatos de mulheres, os feminicídios, a negação de suas cidadanias através da retirada de direitos básicos, e tantas outras formas de opressão. Para a superação dessa realidade se faz necessário o comprometimento com uma cultura de paz e com um projeto de sociedade onde todas as pessoas sejam respeitadas em suas singularidades, com garantias de direitos, igualdade de oportunidades e mulheres possam viver livremente.

Ciências da Religião – Como você vê a atuação do feminismo nas religiões?

Profa. Maria José – No processo histórico o feminismo tem possibilitado muitas mudanças nas nossas vidas, muitas conquistas se deram com lutas e enfrentamentos, quebrando padrões e desafiando os sistemas impostos. No campo religioso, a participação das mulheres nas igrejas e em muitas religiões, são a base de sustentação, mas elas não têm ainda o poder nesse campo. Há transformações, é fato. Um caminho de autonomia está em construção, numa via de despertar, a exemplo das mulheres Católicas pelo Direito de Decidir que lutam pela descriminalização do aborto, mas outros também podem ser apontados na Umbanda, no Candomblé, onde as mulheres têm buscado cada vez mais espaços de representação e de decisão. Nesse sentido, podemos afirmar que as lutas do feminismo como um todo que tem alterado as relações sociais, econômicas e de poder, também tem operacionalizado alterações nas ideias de como as mulheres são vistas e como estas se percebem no campo religioso, afetando assim as religiões e as relações de gênero.

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Nesse dia das bruxas separamos um *Fé em Debate LiVE* para conversar sobre a controversa relação entre _*Religiões e Mulheres*_, discutindo as provocações feministas feitas às religiões e recebendo a autora do livro *Mulher, Pra Que Religião?*, que analisa os conselhos conservadores da Pastora Ana Paula Valadão PRESENÇAS: – _Profa. Dra. Nina Rosas (UFMG)_ – _Profa. Dra. Mª José Vidal (UERN)_ MEDIAÇÃO: – _Prof. Dr. Genaro Camboim (UERN)_ Gostou? Então se inscreva no canal e guarde o link que no Halloween a gente se fala 🎃👍🏽 __________________________________ 👩🏽‍💻 *Fé em Debate LiVE* 📆 31 de outubro (sábado) ⏰ 15h (Horário de Brasília) 🎥 https://youtu.be/7MQnK9a16S8 📖 Link para o livro de Nina Rosas: https://www.amazon.com.br/Mulher-pra-que-religi%C3%A3o-conservadores-ebook/dp/B08FBQP88K

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Traficantes (e) Evangélicos é tema do Fé em Debate

Traficantes (e) Evangélicos é o tema da vez do Fé em Debate desta terça-feira (15.09). Para debater o assunto convidamos a Profa. Dra. Christina Vital, Professora Associada do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade Federal Fluminense, autora do livro “Oração de traficante”. O Fé em Debate também contará com a presença do Prof. Dr. Vagner Aparecido Marques, Doutor em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e autor do livro “Fé e Crime”. A mediação ficará por conta do Prof. Dr. Genaro Camboim Lula.

O programa começará às 19 horas no canal do YouTube do curso de Ciências da Religião da UERN. Aproveite a oportunidade para também se inscrever no Canal do curso e acompanhar todas as nossas novidades!

Prof. Dra. Irene de Araújo van den Berg Silva evidenciará relação entre Cordel e relação de expressão e identidade com a religiosidade popular no Nordeste brasileiro

O Fé em Debate desta terça-feira (18.08) abordará a temática da Literatura de Cordel, estabelecendo a relação com a religiosidade popular, em especial a do nordeste brasileiro. Para tanto, convidamos para o debate a Prof. Dra. Irene de Araújo van den Berg Silva, que possui doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

A prof. Irene adianta que, por oportunidade da live temática no Fé em debate, evidenciará participação nessa interface do cordel e religião a partir da relação de expressão e identidade com a religiosidade popular no Nordeste brasileiro: “Embora a história recente do cordel tenha inserido sua tradição em outros circuitos temáticos e em outros contextos de produção e circulação, por exemplo como instrumento pedagógico escolar, a grande tradição do cordel nordestino tem uma forte identidade regional com a religiosidade popular, expressa em cordéis ‘clássicos’ que retratam figuras como os romeiros, as beatas, os santuários, os padres, as benzedeiras, os santos e o diabo. Esses personagens e lugares são fundamentais para representações, identidades e imaginários de um nordeste que é singular e que o cordel, como muitas outras tradições populares, materializa em sua manifestação artística”.

O Fé em Debate sobre Literatura de Cordel contará ainda com a presença do Prof. Dr. Joe Marçal dos Santos, professor no Núcleo de Ciências da Religião da Universidade Federal de Sergipe.  A mediação ficará por conta do prof. Dr. Genaro Camboim Lula.

O programa começará às 19 horas no canal do YouTube do curso de Ciências da Religião da UERN. Aproveite a oportunidade para também se inscrever no Canal do curso e acompanhar todas as nossas novidades!

 

 

“Literatura de Cordel é porta de acesso para conhecer melhor a religiosidade, especialmente do Nordeste”, Joe Marçal

Religião e Literatura de Cordel estão em pauta no Fé em Debate desta terça-feira (18.08) e para debater o assunto temos como convidado o Prof. Dr. Joe Marçal dos Santos, professor no Núcleo de Ciências da Religião da Universidade Federal de Sergipe.

Entusiasta da Literatura de Cordel e da Xilogravura, prof. Joe conta que a relação entre religião e literatura esteve sempre presente nas mais diversas culturas, em todas as expressões literárias, reconhecendo no Cordel um objeto para estudar a religião: “Literatura de Cordel é porta de acesso para conhecer melhor a religiosidade, especialmente do Nordeste”.

O Fé em Debate desta terça-feira contará ainda coma presença da Profa. Dra. Irene de Araújo van den Berg Silva, doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A mediação ficará por conta do prof. Dr. Genaro Camboim Lula.

O programa começará às 19 horas no canal do YouTube do curso de Ciências da Religião da UERN. Aproveite a oportunidade para também se inscrever no Canal do curso e acompanhar todas as nossas novidades!

Cordel é tema do Fé em Debate

A literatura de cordel, uma expressão da poesia popular que tem sua materialidade artística em impressos simples, frequentemente acompanhados de ilustrações no formato de xilogravuras, é o tema da vez no Fé em Debate desta terça-feira (18.08), às 19 horas.

Para abordar a relação do Cordel com a religiosidade popular convidamos o prof. Dr. Joe Marçal dos Santos, professor no Núcleo de Ciências da Religião da Universidade Federal de Sergipe e a Profa. Dra. Irene de Araújo van den Berg Silva, com doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A mediação ficará por conta do prof. Dr. Genaro Camboim Lula.

Para participar bastar acessar o canal do YouTube do curso de Ciências da Religião da UERN. Aproveite a oportunidade para também se inscrever no Canal do curso e acompanhar todas as nossas novidades!

Prof. Me. Lucas Gesta explica diferença entre História das Religiões e História Eclesiástica

O Prof. Me. Lucas Gesta, doutorando em História Política pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em História Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) é um dos convidados do próximo Fé em Debate, que acontecerá nesta terça-feira (04.08), às 20 horas.

O programa questionará a diferença História das Religiões e História Eclesiástica, e quanto a isso o prof. Lucas adianta: “História da Igreja é tudo aquilo que nós fazemos de estudo, de pesquisa, de produção que estuda os Cristianismos e que venha do ambiente acadêmico. Quando eu falo de História Eclesiástica é tudo aquilo que tem haver com produção da história dos cristianismos, só que vem de dentro de uma denominação cristã específica. Ela é produzida de dentro”.

De acordo com o prof. Lucas a História da Igreja pretende a neutralidade e apresenta os fatos com interesse apenas acadêmicos. Em contrapartida, a História Eclesiástica vai sempre carregar um juízo de valor: “A Igreja Luterana pode, por exemplo, produzir a história da Reforma Protestante, mas essa história é voltada para mostrar que ao final os luteranos tem um pouco mais de razão do que as vertentes cristãs anteriores e as vertentes cristãs que existem por aqui”.

O Fé em Debate desta terça-feira contará ainda com a participação do Prof. Me. Diego Omar da Silveira, doutorando em Antropologia Social pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e mestre em História pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). A mediação ficará por conta do Prof. Dr. Waldney Costa.

Para fazer parte desta discussão basta acessar o canal de Ciências da Religião da UERN no Youtube. Aproveite a oportunidade para também se inscrever no Canal do curso e acompanhar todas as nossas novidades!